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Hino Nacional Brasileiro
Música: Francisco Manuel da Silva (1795-1865) Letra: Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927) Escrita entre 1822 e 1823 chamava-se «Marcha Triunfal”, o decreto N°171 de 20 de janeiro 1890 a oficializou como “Hino Nacional Brasileiro”. A letra cantada durante o Império foi suprimida e substituída pelo poema de Joaquim Osório Duque Estrada, (concurso organizado em 1909) e oficializado pelo decreto 15.671 de seis de setembro 1922.

Hino Nacional Brasileiro. Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza, És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza!
Terra adorada Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo És mãe gentil, Pátria amada, Brasil! Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida no teu seio mais amores.
Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula: Paz no futuro e glória no passado!
Mas se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme quem te adora a própria morte!
Terra adorada Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada.
Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!
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